Cariótipo com Banda G
Exame de Análises ClínicasPrazo de Resultado
Instruções de Preparo
- Coletar 1 tubo de sangue total com Heparina sódica;
- Homogeneizar suavemente;
- Encaminhar amostra sob refrigeração, de 2ºC a 8ºC., protegendo a amostra do contato direto com o gelo.
- Prazo de recebimento: até 48h pós coleta; amostras recebidas no setor de Citogenética com prazo superior a 60h, será necessário nova coleta;
- Coleta deve ocorrer de 2º a 5º e NUNCA EM VÉSPERAS DE FERIADO devido possíveis dificuldades de logística.
OBS: No caso de RN utilizar, de preferência, tubo próprio com heparina sódica para RN, para evitar hemodiluições ou excesso de heparina na amostra.
DOCUMENTOS OBRIGATÓRIOS:
Enviar Questionário e cópia do Pedido Médico.
Sessão de downloads site Álvaro: REQ01220 - Questionario para Cariotipo
* É OBRIGATÓRIO O ENVIO DO QUESTIONÁRIO, MESMO EM CASOS DE NOVA AMOSTRA.
Interpretação
Sinônimos: cariótipo banda G; Cariótipo em Prometase Bandeamento G; estudo cromossômico; Estudo citogenético com designação do material a ser estudado;
Indicações: Diagnóstico de anomalia cromossômica; anomalias congênitas múltiplas (malformações) e/ou atraso do crescimento e psicomotor; alterações da diferenciação sexual; amenorréia primária; retardo puberal; abortos múltiplos e infertilidade, entre outros. O diagnóstico precoce pode permitir a abordagem terapêutica precoce, a identificação de parentes afetados pré-sintomáticos e fornece a possibilidade de aconselhamento genético dos progenitores.
Interpretação clínica: A análise cromossômica é realizada em cromossomos metafasicos e/ou prometafásicos obtidos a partir de linfócitos do sangue periférico com ou sem estímulo de agentes mitógenos e marcados pela técnica de bandeamento GTG, sendo analisadas 25 metáfases. A nomenclatura utilizada segue o padrão do Sistema Internacional de Nomenclatura para Citogenética (ISCN). A classificação é realizada por tamanho, posição do centrômero, características de coloração - banda G, e verificação numérica, com relato das alterações encontradas e estruturais dos mesmos. Anomalias cromossômicas menores não são identificadas e técnicas especiais podem ser necessárias de acordo com a indicação clínica.
Sugestão de leitura complementar:
Barch, MJ, Knutsen T, Spurbeck JL. The AGT Cytogenetics Laboratory Manual. 3rd ed. Philadelphia: Lippincott-Raven Publishers; 1997.
Shaffer LG, Slovak LM, Campbell JL (eds). ISCN 2009: an international system for human cytogenetic nomenclature. S. Karger, Basel, 2009
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